quinta-feira, 9 de julho de 2009

Romance Policial de J. D. Robb traduzido por Neuza Faustino

É com enorme satisfação que divulgamos a mais recente empreitada de uma das N/ tradutoras, Neuza Faustino: a tradução do romance policial “Êxtase Mortal” de J. D. Robb (pseudónimo de Nora Roberts).
«Com mais de 160 milhões de cópias vendidas em todo o mundo, e mais de 60 bestsellers na lista do New York Times, J. D. ROBB (pseudónimo de Nora Roberts) é uma das autoras mais lidas, acarinhadas e respeitadas do mundo. Foi a primeira autora a ser convidada para o Romance Writers of America Hall of Fame. Nascida em Silver Spring, Maryland, Nora Roberts é a mais nova de cinco filhos. Vive em Keedysville onde continua a escrever.» (in Wook.pt)
Sobre a sua missão, Neuza Faustino revela ter sido um enorme desafio e lhe ter dado um imenso gozo traduzir esta obra, sobretudo pela diversidade: de cenas eróticas, a aspectos de uma improvável tecnicidade (medicina forense, cenas de tribunal, informática e tecnologia avançada), valeu-lhe em muito a sua experiência como Tradutora Técnica nas mais diversas áreas científicas. Como a própria explica, é interessante verificar até que ponto a Tradução Técnica e a Tradução Literária podem estar interligadas, levando o Tradutor à constante procura do saber interdisciplinar.
Mas, nada melhor do que dar uma espreitadela ao excerto gentilmente disponibilizado pela editora e pela Neuza:

72d_ExtaseMortal

Neuza Faustino, nasceu a 20/04/1971 na R.F.A. e vive em Lisboa. Licenciada em Línguas e Literaturas Modernas (Inglês e Alemão) pela Universidade de Coimbra, e Pós-graduada em Estudos Anglísticos (Linguística Aplicada, Tradução e Ensino). Dedica-se à Tradução e ao ensino das línguas desde 1999. É Tradutora Externa do Gabinete ABC desde 2007, com muitas provas dadas de competência e profissionalismo.
Parabéns Neuza!

terça-feira, 7 de julho de 2009

Traduzir by Saramago

O tema de um dos últimos posts do Saramago no seu concorrido blogue é o acto de traduzir. Embora singelo, o artigo foca algumas dimensões por vezes esquecidas pelos teóricos da tradução, nomeadamente, o fenómeno de re-tradução – o texto de partida já é, de per si, uma tradução – e a questão hermenêutica da experiência do autor e a do próprio tradutor.
Reflexões que quem já sentiu na pele a árdua tarefa do tradutor.
Boa leitura aqui!

domingo, 5 de julho de 2009

Linguagem e Tradução

O que faríamos sem linguagem? Ou, melhor, o que não faríamos? As línguas que falamos moldam a nossa forma de pensar? Os poliglotas pensam de forma diferente só porque falam várias línguas? Estas são algumas das interrogações a que o artigo que vos sugerimos tenta responder.
Com frequência, ouvimos os tradutores afirmarem que quanto mais se aperfeiçoam numa determinada língua, mais progridem em outra, num proporcional fenómeno de intercompreensão. Tudo indica que se ampliarmos a nossa experiência de vida assimilando novas formas de linguagem, estaremos, em simultâneo, a alterar a nossa forma de pensar e agir: «Language is central to our experience of being human, and the languages we speak profoundly shape the way we think, the way we see the world, the way we live our lives.»
Leia mais aqui!